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Vicente Amigo

Vicente Amigo é um dos mais talentosos guitarristas do mundo que viu o seu primeiro álbum a ser editado em 1991, de seu nome ” De mi corazón al aire”, nesse mesmo ano a crítica espanhola atribui-lhe dois prémios; “Icaro” (Diario 16) e “El Ojo Crítico” (RNE).

Espanhol, criado em Córdoba, nesta cidade desenvolveu os seus estudos e aos 8 anos recebeu a sua primeira guitarra. Em 1988 viu o seu talento premiado no Festival Nacional de Cante das Minas da União, onde ganhou o prémio ‘Bordón minero’, primeiro galardão do concurso, pouco depois, ganha o concurso Internacional da Estremadura.

A consagração como primeira figura da guitarra flamenca chega em maio de 1989 ao ganhar por unanimidade, o Premio Ramón Montoya, de guitarra de concerto no XII Concurso Nacional de Arte Flamenco de Córdoba.

Em 1991 divide com Paco de Lúcia a representação oficial do flamenco no festival internacional “Leyendas de la Guitarra”, em 1995 lança o “Vivencias Inaginadas”, em 97 “Poetas” e em 2000 o álbum que lhe traria o Grammy (2001) por melhor álbum com “Ciudad de las ideas”.

Para a memória fica o concerto que deu em Lisboa, no Campo Pequeno com Paco de Lucía, Al Di Meola e John Mclaughlin, num espetáculo intitulado “Mestres Da Guitarra”.

Desde então e com o reconhecimento internacional da crítica e do público, Vicente é convidado para dividir o palco com nomes importantes como Al Di Meola, Keith Richards, Bob Dylan, Milton Nascimento, Joao Bosco, Phil Manzanera, Paco de Lucía, Camarón de la Isla, entre muitos outros.

Em 2005 edita “Un momento en el sonido” e em 2009 “paseo de Gracia”, cd que tem como convidados Alejandro Sanz, Enrique e Estrella Morente e Niña Pastori.

“Tierra” é o seu novo trabalho, editado em fevereiro pela Sony Music, onde Vicente Amigo une o flamenco à música celta. Este novo cd conta com produção de Guy Fletcher, teclista e colaborador habitual de Mark Knopfler que também tem no currículo trabalhos com Roxy Music, Mick Jagger ou Tina Turner.

 





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Imprensa

“A origem e o destino juntos, à luz e à sombra de uma guitarra. Pelo meio um caminho entre terras, de cá e de lá, entre o flamenco e a música celta, que se percorre sem limites. Como o amor”.
**** (4 estrelas) in Correio da Manhã

“Global e surpreendente são a palavras de ordem do novo álbum do guitarrista de flamenco (…)”.
*** (3 estrelas e meia) in Destak

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