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Ricardo Ribeiro

Ricardo Alexandre Paulo Ribeiro nasceu em Lisboa a 19 de Agosto de 1981. Frequentou aulas de guitarra clássica e formação musical – grau 3 – com os professores: José Carvalhinho, Manuel Soutulho e Lisete Teixeira.

Conviveu com o Fado desde muito novo, ouvindo grandes fadistas da época que se tornaram as suas referências: Fernando Maurício, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Manuel Fernandes, Adelino dos Santos (Guitarra) e José Inácio (Viola), entre outros.

Participou em inúmeras sessões de fado organizadas por Coletividades de Cultura e Recreio e Casas de Fado como: “Académica da Ajuda”, “Vendedores de Jornais FC”, “Os Ferreiras”, “Nónó” e “Faia”.

A partir de 2001 recebe convites para participar em festivais nacionais e internacionais de música: Alu – Casa da atriz Maria Casares, Badasom, Vocal Jazz Festival Crest, Festival de Guitarra de Córdoba, Festival de Guitarra de Santo Tirso, entre outros.

Em 2004 foi editado pela CNM – Coleção Antologia o seu primeiro álbum com o nome Ricardo Ribeiro, que conta com a colaboração do guitarrista José Manuel Neto (Guitarra Portuguesa), Jorge Fernando (Viola de Fado) e Marino de Freitas (Viola Baixo). Participou no “Tributo a Amália Rodrigues” – da editora World Conection, no mesmo ano.

Em 2005, a convite do encenador Ricardo Pais integra o espetáculo “Cabelo Branco é Saudade” com Celeste Rodrigues, Argentina Santos e Alcindo de Carvalho, apresentado no Teatro de Nacional São João, Cite de la Musique (Paris), Teatro Abadia (Madrid), Opera de Frankfurt, Teatro Mercadante (Itália), Casa da Música no Porto, Teatro Municipal de São Luiz e editado em DVD.

Ainda em 2005 recebe o Prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues.

Em 2008 é convidado pelo alaudista/compositor libanês Rabih Abou-Khalil para cantar Em Português, um álbum com poemas de Silva Tavares, Mário Rainho, Tiago Torres da Silva, José Luís Gordo e António Rocha, editado pela Enja Records. Em português foi eleito Top of the World Album atribuído pela revista inglesa SongLines.

A sua interpretação recebe os maiores elogios da crítica que cita Ricardo Ribeiro como “ …THE RISING STAR OF LISBON FADO” – SongLines.

Faz parte do filme “Fados” de Carlos Saura e também do “Filme do Desassossego ” de João Botelho. Participa em “Rio Turvo” de Edgar Pêra e no documentário de Diogo Varela Silva “O Rei sem coroa”, sobre a vida e obra de Fernando Maurício.

Faz parte do elenco “Concerto de Natal 2009” e na recriação do mítico “Amália no Olimpia”, no Campo Pequeno em Lisboa com Mariza, Celeste Rodrigues, Camané, Rui Veloso e Carminho.

Ao longo destes anos tem participado nos discos de nomes grandes da música portuguesa como: Rui Veloso, Simone de Oliveira, Pedro Joia, Rão Kyao, João Gil e Carlos do Carmo.

Colaborou nos espetáculos de homenagem aos grandes fadistas Fernando Maurício, Fernanda Maria, Argentina Santos, Rodrigo e Anita Guerreiro.

Em 2010 produz Porta do Coração com Pedro Castro (Guitarra Portuguesa), Jaime Santos (Viola) e a colaboração de Prof. Joel Pina (Viola-Baixo) editado pela EMI MUSIC PORTUGAL. Apresentado no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Porta do Coração atinge o galardão de ouro por vendas superiores a 10000 exemplares, em 2012.

Em 2011 recebe o Prémio de Melhor Intérprete Masculino atribuído pela Fundação Amália Rodrigues. No Teatro Municipal de São Luiz realiza dois concertos dedicados a Lisboa e ao Fado com lotações esgotadas.

Participa no ciclo de música Luso-Chinesa e canta com a Orquestra Chinesa de Macau, no Grande Auditório do Centro Cultural de Macau sob a direção do Maestro Pang Ka Pang.

Com Rabih Abou-Khalil e Luciano Biondini apresenta Em Português nos Dias da Musica 2011 no Centro Cultural de Belém, transmitido em direto pela Antena 2.

Participa no Festival International de Musique Andalouse et Musique Ancienne, integrado na Capitale Islamique de la Culture 2011 em Tlemecen-Alger.

Em 2012 colabora com a cantora Maria Jonas, a violetista Susanne Ansorg e o alaudista Fábio Accurso no concerto de música antiga “Lágrimas de Saudade” em Bielefeld – Alemanha, transmitido em direto pela WDR3. Ainda neste mesmo ano faz parte do cartaz da 2ª edição do Festival de Fado de Madrid, nos Teatros Del Canal, sala Roja, com Pedro de Castro, Jaime Santos, Prof. Joel Pina e a colaboração de Pedro Jóia.

Canta na Bienal de Veneza 2013 no jantar inaugural do pavilhão de Portugal concebido pela artista plástica Joana Vasconcelos com Pedro Jóia e o Quarteto Arabesco.

Também em 2013 participa com Pedro Jóia no concerto comemorativo do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas em Caracas. A acompanhar os dois intérpretes estava a “Orquestra Sinfónica da Venezuela” sob a direção do Maestro Osvaldo Ferreira, no Teatro Teresa Carreño.

Convidado pelo “FESTIM” – Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo – apresenta ao vivo Em Português, com Rabih Abou Khalil e Luciano Biondini.

Grava com a “Frankfurt Radio Big Band” composições de Rabib Abou-Khalil Em Português com arranjos e direção do conceituado Maestro Jim Macneely.

O álbum Largo da Memória editado pela Warner em outubro de 2013 reúne os vários músicos com quem Ricardo vinha trabalhando ao longo dos anos: Pedro Caldeira Cabral, Pedro Jóia, Rabih Abou-Khalil ou Ricardo Rocha, entre outros e marca um momento de afirmação da sua carreira e maturidade artística.

Em fevereiro de 2014, o fadista apresenta Largo da Memória no CCB, Grande Auditório e na Sala Suggia da Casa da Música, ambos esgotados. Para além dos nomes referidos acima, Ricardo partilhou o palco com Pedro de Castro na guitarra portuguesa, Jaime Santos na viola de fado, Francisco Gaspar na viola baixo, tendo ainda um quarteto de cordas.

Paralelamente, o fadista continua o seu projeto em duo com Pedro Jóia e semanas antes, esgotam o Elebash Center, em Nova Iorque, proeza repetida na Madeira, no verão. Em julho, os dois músicos fazem a primeira parte de Mariza no EDP CoolJazzFest. No fim da primeira parte, Ricardo Ribeiro e Pedro Jóia convidam Mariza para dividir o palco.

Em abril arranca a tournée de apresentação de Largo da Memória com o apoio da Associação Mutualista Montepio. O primeiro concerto teve lugar no Casino da Figueira da Foz e até dezembro de 2014 passou por Cartaxo, Setúbal, Ílhavo, Coimbra, Estarreja e tantas outras salas nocionais.

A época de festivais revelou-se cheia para Ricardo Ribeiro que figurou nos cartazes do festival Sons do Atlântico, no Algarve, Festival da Quinta das Lágrimas em Coimbra, Festival Bons Sons em Tomar, concerto escolhido pelo jornal o Público como “o” concerto da edição de 2014, Nós Em D´Bandada no Porto e Festival Caixa Alfama, em Lisboa, entre outros.

O fadista Ricardo Ribeiro recebeu dia 27 de janeiro de 2015 das mãos do Presidente da República Cavaco Silva a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, juntamente com as fadistas Ana Moura, Carminho e Kátia Guerreiro e o guitarrista Mário Pacheco. A cerimónia teve lugar no Museu do Fado e contou com a presença de várias personalidades ligadas ao Fado, bem como do Presidente da Câmara de Lisboa António Costa e da diretora do Museu do Fado Sara Pereira.

Fora de portas, Ricardo Ribeiro foi nomeado para a categoria de Melhor Artista de 2015 pela revista britânica Songlines, numa votação inteiramente decidida pelo público. Ricardo continua a dar concertos e a levar o seu Fado mais longe, seja com os concertos de Largo da Memória, seja como projeto Em Português que divide com o alaudista Rabih Abou-Khalil.

Ricardo Ribeiro responde ao convite dos Dias da Música´15 com a parceria com o pianista João Paulo Esteves da Silva, e no CCB apresentam pela primeira vez o espetáculo “A Sombra e a Luz nas Camções”. Neste oncerto de voz e piano, os dois recuperam e trocam temas emblemáticos como “Cavalo à Solta”, “Verdes Anos”, ou os “Demónios de Álcacer Quibir”, entre tantas outras canções intemporais.

2015 revelou-se um ano repleto de concertos e espetaculos um pouco por todo o país e Europa, em maio atua pela primeira vez na Noruega – Oslo, Bergen e Ulsteinvik – comemorou o dia 10 de Junho, Dia de Portugal, Camões e das Comunidades, em Angola, Luanda cidade que visitou pela primeira vez.

Com Rabih Abou-Khalil deu dois concertos em Portugal – Lisboa na ciclo comissariado por Aldina Duarte “Fados e Tudo”, no São Luiz Teatro Municipal e integrado nas Festas de Lisboa, e na III Feira da Dieta Mediterânica em Tavira, no mês de Setembro.

Dia 29 de novembo celebrou com o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa o primeiro aniversário da elevação do Cante Alentejano a Património Imaterial da Humanidade e o quarto aniversário do Fado Património Imaterial da Humanidade, na Igreja de São Domingos, em Lisboa.

Em 2016 Ricardo Ribeiro dá à estampa mais um álbum “Hoje é assim, amanhã não sei.” o qual recebe a cotação máxima (5 estrelas) pela critica especializada do Expresso. Tem como primeiro single Nos Dias de Hoje, um original com música e letra de Tozé Brito. Neste novo trabalho editado a 1 de abril pela Warner Music Portugal, Ricardo junta mais uma vez alguns convidados.

Todos estes convidados subiram ao palco do seu primeiro Coliseu de Lisboa em nome próprio, a 30 de abril de 2016, a saber: o pianista João Paulo Esteves da Silva, o coro Os Ganhões de Castro Verde, os guitarristas clássicos Artur Caldeira e Daniel Paredes, o acordeonista Ricardo Dias e o trompetista Diogo Duque.

Em novembro próximo será solista da Orquestra Metropolitana que apresentará a obra composta por Rabih Abou-Khalil “Toada de Portalegre” de José Régio. Em dezembro integrado nos Musicos do Tejo será interpretado o projeto Fado Barroco na Fundação Gulbenkian, apresentado pela primeira vez em Helsínquia na passagem de ano de 2015 para 2016.

Ainda em 2016 Ricardo Ribeiro apresenta-se em Festivais de World Music em Países como Marrocos, Turquia, Alemanha,

Em 2017, Ricardo Ribeiro continuará a divulgar o CD “Hoje é assim, amanhã não sei.” um pouco por todo o País e estrangeiro, nomeadamente em França onde cada vez mais se apresenta em nome próprio. Passará ainda pela Alemanha, Bélgica, Espanha entre outros países.

 

 



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Discografia

2015 – “Hoje é assim, amanhã não sei.”

***** no Expresso

**** na Blitz

**** na Time Out

2013 – “Largo da Memória”, Parlophone Portugal

***** em 5 – Time Out

**** em 5 – Songlines Magazine

*** em 5 – Jornal i

***** em 5 – Público

**** em 5 – Expresso

 

2010 – “Porta do Coração” – Emi Music Portugal

***** em 5 – Time Out

**** em 5 – Expresso

**** em 5 – Jornal i

**** em 5 – Público

 

2008 – “Em Português” – Enjarecords – com Rabih Abou Khali

 

2004 – “Ricardo Ribeiro” – CNM – Companhia Nacional de Música

Participações especiais:

– Disco “Amália” – 2015

– Disco do “Rui Veloso e Amigos” – 2012

– Disco “Perfil – 50 anos” de Simone de Oliveira – 2008

– Disco “Em Cantado” de Rão Kyao – 2008

– Disco “JG” de João Gil

 



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Filmografia

“Filme do Desassossego ” de João Botelho – 2010 

“Fados” de Carlos Saura – 2007

“Rio Turvo” de Edgar Pêra – 2007  

“O Rei sem coroa” de Diogo Varela Silva –  documentário  sobre a vida e obra de Fernando Maurício



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Prémios

Em 2005 recebe o prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues

Em 2011 recebe o prémio de Melhor Intérprete Masculino atribuído pela Fundação Amália Rodrigues



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Imprensa

“Ricardo Ribeiro já não precisa de provar nada a ninguém. O fadista pode abraçar a música que quiser.”

Alexandra Carita, in Expresso

 

“É de vísceras e emoções que se faz este homem. Fadista consagrado. Canto de todos os mundos.”

Alexandra Carita, in Expresso

 

 “Assombrosa beleza.”

 “Ricardo Ribeiro encontrou uma voz própria dentro da tradição, um canto possante e portentoso, de violenta ternura.”

 APS, in revista Blitz

 

“Não é pelo fado que Ricardo Ribeiro expressa a sua rebeldia.”

“(…) uma das mais seguras e informadas vozes masculinas do género (…)”

Nuno Galopim, in revista Time Out

“ Para quem esperava a tradição pura a que Ricardo Ribeiro nos habituou, o disco está cheio de surpresas. Ricardo sabe ser tradicional, mas não abdica de refletir outros sons que marcam a sua vivência. Um dos melhores momentos do disco é Serenata o Adeus, uma versão visceral de Vinicius de Moraes.”

Manuel Halpern, in revista Visão

 

Sobre o concerto de dia 30 de abril no Coliseu de Lisboa

 “Não tem truques, não tem manhas, tem apenas uma voz do tamanho do mundo.”

João Bonifácio, in Público

 

“Depois regressou-se ao fado para um extraordinário final, cortesia de Último Poema, mais um daqueles fados maiores que pedem uma voz como a dele e que fez com que o Coliseu (…) render-se a um homem com uma voz abissal, sem tretas (…).”

João Bonifácio, in Público

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 A voz cheia de alma de Ricardo Ribeiro acompanhada pelo alaúde do libanês Rabih Abou-Khalil ecoam pelo Salão Árabe do Palácio da Bolsa (…).”

 “(…) vim ver este concerto do Ricardo Ribeiro porque fiquei curioso em relação entre fado e a música tradicional árabe, que tem muitas parecenças, num enquadramento (Salão Árabe) que me parece ideal”, disse ao DN Mário Ferreira dono da Douro Azul.

 Sérgio Pires in Diário de Notícias, 14 de Junho de 2015.

 “A esta hora, o homem da noite já tinha dado um dos seus concertos com Rabih About Khalil. Rrcardo Ribeiro é um portento, quando canta fado menor ou corrido, quando imita Tony de Matos, ou quando pica o público para lhe dizer “Eu não vos vou dar manteiga, o melhor público é todo.”

Catarina Ferreira in Jornal de Notícias, 14 de Junho de 2015.

“Largo da Memória, de Ricardo Ribeiro, é um disco fundamental. Ficará na História.”

Miguel Esteves Cardoso in Público, 13 de Outubro de 2013.

 “Não há nada que enganar. Ponha-se o disco a tocar e diga-se quem canta. A voz de Ricardo não se esquece. Ouvida uma vez, recordada sempre. É daquelas vozes que não precisam crescer mais. Grave, robusta, grandiosa, como se assim tivesse nascido – amadurecida. Mas não há nada que enganar também porque o fado soa a fado, sabe a fado, cheira a fado.”

Alexandra Carita in Expresso, 12 de Outubro de 2013.

“…Ricardo Ribeiro é amiúde e justamente considerado como um dos melhores fadistas da atualidade.”

 Cristiano Pereira in Jornal de Notícias, 14 de Outubro de 2013

“A minha vida renasce/ Neste meu canto magoado/ Cada um é para o que nasce/ E eu nasci para o fado’. Não seria necessário que Ricardo Ribeiro nos atirasse com esta verdade terrena à cara, como que esbofeteando-nos preventivamente para que não caíssemos na tentação de fazer outras leituras de Largo da Memória. Pelo simples facto de o arranque com esse poema de Fernando Farinha para o Fado Menor, Destino Marcado, se impor com uma tal demonstração da sua visceral, autêntica e vulcânica expressão fadista que, findo o primeiro tema, Ricardo Ribeiro poderia até passar o resto do álbum a cantar o cancioneiro popular moldavo e a sua afirmação inicial não sairia minimamente beliscada.”

Gonçalo Frota in Ípsilon, Público, 11 de Outubro de 2013.

“É uma voz que cala o mundo esta em que se ouve o respeito, a história, as conversas, as noites, os copos e os cigarros que irrompem pelas cordas de um génio da interpretação.”

Davide Pinheiro, Disco Digital, Dezembro 2013.

 “Com apenas 28 anos, Ribeiro afirma-se como a maior voz masculina do fado surgida depois de Camané, detentor de um estilo que homenageia – e renova – a melhor tradição do género. (…) O certo é que depois de Porta do Coração, o fado masculino encontrou, entre os vivos, a sua Santíssima Trindade geracional: Carlos do Carmo, Camané e, a partir de segunda-feira, Ricardo Ribeiro. (…) este Porta do Coração é um doutoramento em fado assinado antes dos 30 anos de idade.”

João Miguel Tavares in Time Out Lisboa, 14 de Abril de 2010. Crítica 5 estrelas em 5.

“Desde o excelente par de fados que abre o disco em perfeita simbiose, “Água louca da Ribeira” e “Barro divino”, até “A porta do coração” (que dá título ao disco) ou “A minha oração”, ambos já de saída (e que saída) o jovem fadista que na pose lembra Marceneiro e na voz guarda a herança do fado das vielas, mostra-se um humilde vencedor. Não há excessos ou truques de exibicionismo nestes 15 fados (que vão do Menor ao Corrido, do Esmeraldinha ao Bacalhau, do Vadio ao Vianinha), antes uma voz que afaga as palavras e as sussurra ou grita quando é isso que elas pedem, sem trair a sua expressão original.”

Nuno Pacheco in Ípsilon, Público, 23 de Abril de 2010. Crítica 4 estrelas em 5.

 



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