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Pedro Esteves

Nascido na cidade do Barreiro mas de raízes beirãs raianas.

A ligação à musica começa bem cedo através da família paterna. Ali, ouvia-se e tocava-se musica popular portuguesa e hispânica.

Guitarras, cavaquinhos e cantorias, tudo isso contribuiu para a motivação chegar e aprender os primeiros acordes, transversais a muito desse repertório popular. À época descobre também o flamenco, género musical que esteve durante um bom tempo nas suas preferências mas longe das suas aspirações como executante. 

Essas afinidades musicais mantiveram-se até ao momento em que o seu irmão Filipe Esteves inicia o estudo de música clássica e de jazz. Desta forma foi chegando a casa novo material sonoro, incluindo música popular brasileira o que permitiu conhecer e absorver essas musicalidades.

Ainda no papel de ouvinte, mais do que de tocador, um acontecimento viria a representar muito do que se seguiu para a frente – um Songbook de Bossa Nova. Entusiasmado com a sonoridade brasileira, a possibilidade de executar algumas das canções que mais gostava foi um grande estímulo para começar a desbravar as harmonias que até então eram um mistério.

Já mais familiarizado com os acordes, seguiu-se o desafio de descobrir a harmonia de canções que não apareciam no songbook a par de uma atenção cada vez maior sobre as letras que as acompanhavam.

As Primeiras Canções

Com a influência da musica brasileira, as primeiras composições saíram com “sotaque” quer na construção musical quer na própria letra e canto. Contudo, em breve inicia o câmbio das escritas e entoações para o português sem o “sotaque”.

A influência brasileira continuou, mas agora com o compromisso da música popular portuguesa a fazer o seu peso através da obra dos cantautores que mais admira.

O ponto de partida para a construção do seu próprio caminho foi a canção “Mais um dia”.

Pelo Caminho

Terminado o ensino secundário, seguiu-se a entrada na licenciatura em Engenharia Civil – Hidráulica. Pode dizer-se que um curso acompanhado à guitarra.

Com a descoberta da feitura das canções segue-se um tempo de experimentações e aprendizagens importantes. Filipe Esteves atento ao que se ia fazendo acabou por intervir e participar com parcerias (música para colocação de letra).

Após um período de exclusiva dedicação à composição das primeiras canções, tentando contrariar a timidez de palco, inicia as apresentações ao vivo (voz e guitarra) em eventos culturais ligados ao Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico de Lisboa onde alterna temas dos seus autores favoritos com alguns originais que foi compondo.

Entretanto, o curso chegava ao fim e seguiram-se alguns anos a exercer a profissão de engenheiro.

Outros Inícios

Tentando dividir as atenções entre o trabalho de engenharia e o trabalho musical, a composição tornou-se menos frequente do que desejaria e a vontade de palco meio adormecida, ou melhor, adiada. 

No entanto, juntamente com Filipe Esteves, há uma breve passagem pelo teatro para fazer a música e sonoplastia de algumas peças e só depois é resgatada a intenção de levar novamente a música para um plano de maior relevância. 

Retomando os concertos a solo por diversas casas em Lisboa, mais tarde, em espectáculos inteiramente dedicados ao seu próprio repertório, passa a apresentar-se na companhia de outros músicos que lhe enriqueceram o percurso, tais como Júlio Resende (piano), João Custódio (contrabaixo) e João Rijo (bateria). Participa no espectáculo de Júlio Resende & Vânia Fernandes – Cumplicidades, tocando e cantando temas da sua autoria. Apresenta-se com Filipe Raposo (piano) e recebe em palco a cantora Sofia Vitoria.

Com repertório consolidado, inicia a procura de editora e grava uma maquete com a participação dos músicos Filipe Raposo (direcção musical, piano e acordeão), Yuri Daniel (baixo eléctrico), Lars Arens (trombone e eufónio) e Marcos Alves (percussão).

Em 2010, a convite da editora Orfeu, participa na colectânea ‘ReIntervenção’ dedicada à obra de Zeca Afonso, com a interpretação do tema “A Presença Das Formigas”.
Na sequência desta participação surge então, a oportunidade de gravar para a mesma editora o primeiro disco de originais.

Com os músicos com que havia tocado na ‘ReIntervenção’, entra em estúdio para a gravação do álbum ‘Mais um dia’ com direcção musical de Filipe Raposo. Este núcleo de músicos – Filipe Raposo e António Quintino – passa a ser companhia constante no seu percurso musical.

Já em 2013, juntamente com outros autores e intérpretes portugueses, participa no Festival Cantar Abril organizado pela Câmara Municipal de Almada, levando a palco os temas “Subitamente” e “Claras Manhãs”.

Recentemente colaborou com a cantora Cristina Águas na sua estreia discográfica – Cristina Águas – com a composição original ” Margem ” e o convite estendeu-se à participação como músico nesse mesmo tema.

Presentemente, continuam os concertos de ‘Mais um dia’ e prepara a edição do segundo disco de originais.

 
 


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Ouvir

Disco Mais um Dia - Odeio-te: https://soundcloud.com/pedro-esteves/odeio-te?in=pedro-esteves/sets/pedro-esteves-cd-mais-um-dia Disco Mais um Dia - Mais um Dia: https://soundcloud.com/pedro-esteves/maravilha-amor?in=pedro-esteves/sets/pedro-esteves-cd-mais-um-dia Disco Mais um Dia - Grão Coração: https://soundcloud.com/pedro-esteves/grao-coracao?in=pedro-esteves/sets/pedro-esteves-cd-mais-um-dia https://www.youtube.com/watch?v=KuqWifF62Qc – Cristiana Águas – “Margem”


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Ver Videos

http://www.youtube.com/user/oplebar http://www.pedroestevesmusica.com/videos.html


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Discografia

Discografia Própria

Mais Um dia (Orpheu 2012)

1. Canta Canta (Quanta Poesia)
2. Mais Um Dia (Toca o Rádio)
3. Pote Quebrado
4. Maravilha Amor
5. Vista Curta, Vista Estreita
6. Essa Canção Passa
7. Está Para Durar
8. Na Campanha
9. Ao Fim Da Noite
10. Odeio-te
11. Nossa História Nosso Tempo
12. Espanto-Encanto
13. Grão Coração

Discografia: Participações 

CD – ReIntervenção (2011 Um tributo à obra de José Afonso que marca o relançamento no mercado

do selo editorial ORFEU pelo qual editou a grande parte da sua discografia

Faixa 6    »    Tema: A Presença das Formigas (Letra e Música: José Afonso) | Do Álbum: Coro dos Tribunais (1975)



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Imprensa

in A Trompa (por Rui Dinis, 13 de Dezembro 2012) Aqui

“É mais um dia, é verdade, mas é um dia diferente, para melhor. Que paixão, que amores são estes que chegam até nós pela voz envolvente de Pedro Esteves.”

in Público (por Mário Lopes, 13 de Maio 2012)

ESTA VOZ QUE SE APROXIMA
É então que percebemos que este Mais Um Dia (…) não é mais um. É o inicio de qualquer coisa que vamos querer acompanhar de perto.”

in JL – Jornal de Letras (por Manuel Halpern, 21 de Março 2012)

“(…) em Essa canção passa:”A canção nunca remediou”. Remédio santo é ouvi-lo ao vivo, talvez agora em palcos mais alargados. Na simplicidade dos seus gestos, Pedro Esteves canta para ficar.”

in EXPRESSO (por Ricardo Saló, 6 de Abril 2012)
**** (4 estrelas em 5) 

“Este disco tem mesmo muito material que sobreviveu ao tempo” in RDB (por Ana Cláudia Silva, 22 de Março 2012) Aqui

in TimeOut (por João Miguel Tavares, 25 de Abril 2012)
*** (3 estrelas em 5)



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