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Jô Soares

José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares ou simplesmente Jô, é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, dramaturgo, encenador, músico e ator brasileiro.

Filho do empresário paraibano Orlando Soares e de Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando era criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com esse objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata o apontavam para outra direção.

Queria ser diplomata. Mas como mesmo define “foi um desejo da juventude”. Ainda bem. Porque tanto o Brasil como Portugal ganharam um dos apresentadores mais irreverentes da Televisão: Jô Soares.

Para nossa alegria ele também é ator, encenador, escritor… A Sua versatilidade é reconhecida internacionalmente. O humor sem dúvida é a sua marca registada, que já vem dos tempos da escola: “Sempre gostei de entreter as pessoas. Acho que sou exibido desde criança”, afirma.

A sua estreia na carreira artística começou no cinema, através do filme O Rei do Movimento (1954), de Victor Lima e Hélio Barroso. Na televisão começou a escrever textos para o Teleteatro e atuando esporadicamente no programa TV Ministério, na TV Rio. Daí em diante não parou mais. Fez inúmeros trabalhos voltados para o género do humor como: Roteirista do programa Câmera Um, da TV Tupi. Em 1959, entrevistava e fazia sketches nos programas Jô, o Repórter e Entrevistas Absurdas, veiculados pela TV Continental, na ‘cidade maravilhosa’. No mesmo ano fez a sua estreia no teatro como o bispo de “Auto da Compadecida”. Em 1960, seguiu para São Paulo, onde fez carreira como redactor dos extintos Show a dois, Três é demais. Atuou nos programas humorísticos Cine Jô”, La Revue Chic, Rifi-7, 7 Belo Show, Jô Show, Praça da Alegria, Quadra de Ases.

A sua biografia é extensa. Na década de 70 e 80 levou o público ao delírio com seus personagens Bô Francineide, Gardelon, irmão Carmelo, Norminha, Capitão Gay. Como apresentador faz enorme sucesso desde a época do Jô – Onze e Meia. Há dez anos seu talk-show Programa do Jô é exibido nas madrugadas da TV Globo. Personalidades nacionais e internacionais já passaram pelo seu carisma de perto, concedendo-lhe entrevistas, tais como Mikhail Gorbachov e Bill Gates.





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Filmografia

1958 – Pé na Tábua, de Victor Lima com história de Chico Anysio
1959 – Aí Vêm os Cadetes, de Luiz de Barros
1959 – O Homem do Sputnik, de Carlos Manga
1960 – Vai que É Mole, de J. B. Tanko
1960 – Tudo Legal, de Victor Lima
1965 – Pluft, o Fantasminha, de Romain Lesage a partir do texto teatral de Maria Clara Machado
1965 – Ceará contra 007, de Marcos Cesar
1968 – Hitler III Mundo, de José Agrippino di Paula
1968 – Papai Trapalhão, de Victor Lima
1969 – Agnaldo, Perigo à Vista (participação), de Reynaldo Paes de Barros
1969 – A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla
1971 – Nenê Bandalho, de Emílio Fontana a partir de uma curta história de Plínio Marcos
1973 – Amante muito Louca, de Denoy de Oliveira
1979 – Tangarela, a Tanga de Cristal, de Lula Campelo Torres
1976 – O Pai do Povo, com roteiro e direção de Jô Soares
1986 – Cidade Oculta, de Chico Botelho, com participação de Arrigo Barnabé
1995 – Sábado, roteiro e direção de Ugo Giorgetti
2001 – O Xangô de Baker Street, produção cinematográfica a partir do romance homônimo dele mesmo Jô Soares, com direção de Miguel Faria Júnior. O filme contou com as participações internacionais de Maria de Medeiros e Joaquim de Almeida.
2003 – Person, documentário de Marina Person
2004 – A Dona da História, a partir da peça teatral homônima de João Falcão com direção de Daniel Filho
2013 – Giovanni Improtta …Presidente do Clube



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Filmografia

1967 – Em “Família Trapo”, TV Record-SP.
1970 – “Faça Humor, Não Faça Guerra”. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietname brincava com o slogan pacifista hippie “Make love, don’t make war” (Faça amor, não faça a guerra).
1973 – “Satiricom”, direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini – “Satyricon”. 
1976 – “Planeta dos Homens”, nova sátira com o cinema – desta vez, a série cinematográfica “O Planeta dos Macacos”, atuava com roteiros de Haroldo Barbosa.
1981 – “Viva o Gordo”, com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo.
1982 – Participação no “Chico Anysio Show”.
1983 – Participação no musical infantil “Plunct, Plact, Zuuum”. Comentários no Jornal da Globo até 1987.
1988 – “Veja o Gordo”, estreia no SBT com o mesmo estilo do “Viva o Gordo” da Rede Globo. Estreia neste ano, ainda no SBT, o talk -show “Jô Soares Onze e Meia” 1988-1999.
2000 – Participação no especial de Natal do programa “Sai de Baixo” – episódio “No Natal a Gente Vem Te Mudar”.



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